Minha filha não é a cara da Brandi Carlile?
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
doenças "fabricadas" por tabela
Assunto controverso, na revista alternativa Whistleblower, americana:
Durante anos, o uso acerca das vacinas se confinou em grande parte às tradicionais vacinas infantis como DPT (difteria-coqueluche-tetáno), MMR (sarampo-caxumba-rubéola) e pólio. Mesmo então, havia grandes preocupações. A vacina de coqueluche, por exemplo, é famosa por ter efeitos colaterais raros mas horrendos, e a maior parte dos casos de pólio no mundo em anos recentes foram provocados pela própria vacina, que contém o vírus vivo!
Recentemente foram introduzidas novas vacinas infantis — do rotovírus, catapora, hepatite B, meningite e pneumonia — cada uma com suas próprias controvérsias e, em alguns casos, escândalos. Inicialmente, as novas vacinas são apenas “indicadas”, em seguida são “recomendadas” pelos pediatras.
Um saudável bebê de um ano de idade pode hoje receber 10 diferentes antígenos de vacinas em seu corpo em apenas um único dia. Ninguém sabe os efeitos no sistema imunológico desse bebê, e tais testes não foram realizados.
Mas a situação está ficando muito pior, como conseqüência da obsessão moderna de vacinar.
Nos EUA está se tentando forçar meninas pré-adolescentes, a receber uma recente vacina, cuja segurança não está confirmada, pra impedir uma forma de câncer que se transmite sexualmente. O fabricante, a gigante farmacêutica MERCK, está fazendo campanha entre os políticos pra tornar sua vacina obrigatória.
Há um movimento para desenvolver uma vacina contra a Aids. Logo que for aprovada pelo governo americano, haverá outras pressões semelhantes à campanha pra vacinar as meninas de escola contra uma doença sexualmente transmissível, só que desta vez provavelmente as leis forçarão todos os cidadãos a receber a vacina contra a Aids.
No exército americano, que obriga os soldados a receber vacinações múltiplas, alguns especialistas, citando evidências fortes, culpam as injeções de antraz nos soldados pela epidemia apelidada de “Síndrome da Guerra do Golfo”.
Nesse debate polarizado, de um lado está a classe médica tradicional e financiada, que não pára de repetir o mantra de que as vacinas são seguras e eficazes e todos devem ser vacinados.
Alguém que ouse questionar a “sabedoria” desses especialistas pode ser rotulado de paranóico preocupado com teorias conspiratórias.
Recentemente foram introduzidas novas vacinas infantis — do rotovírus, catapora, hepatite B, meningite e pneumonia — cada uma com suas próprias controvérsias e, em alguns casos, escândalos. Inicialmente, as novas vacinas são apenas “indicadas”, em seguida são “recomendadas” pelos pediatras.
Um saudável bebê de um ano de idade pode hoje receber 10 diferentes antígenos de vacinas em seu corpo em apenas um único dia. Ninguém sabe os efeitos no sistema imunológico desse bebê, e tais testes não foram realizados.
Mas a situação está ficando muito pior, como conseqüência da obsessão moderna de vacinar.
Nos EUA está se tentando forçar meninas pré-adolescentes, a receber uma recente vacina, cuja segurança não está confirmada, pra impedir uma forma de câncer que se transmite sexualmente. O fabricante, a gigante farmacêutica MERCK, está fazendo campanha entre os políticos pra tornar sua vacina obrigatória.
Há um movimento para desenvolver uma vacina contra a Aids. Logo que for aprovada pelo governo americano, haverá outras pressões semelhantes à campanha pra vacinar as meninas de escola contra uma doença sexualmente transmissível, só que desta vez provavelmente as leis forçarão todos os cidadãos a receber a vacina contra a Aids.
No exército americano, que obriga os soldados a receber vacinações múltiplas, alguns especialistas, citando evidências fortes, culpam as injeções de antraz nos soldados pela epidemia apelidada de “Síndrome da Guerra do Golfo”.
Nesse debate polarizado, de um lado está a classe médica tradicional e financiada, que não pára de repetir o mantra de que as vacinas são seguras e eficazes e todos devem ser vacinados.
Alguém que ouse questionar a “sabedoria” desses especialistas pode ser rotulado de paranóico preocupado com teorias conspiratórias.
Do outro lado está um movimento considerável e crescente de céticos, inclusive muitos profissionais da medicina, que abertamente questionam as vacinas. Os artigos em destaque mencionados pela edição incluem:
“O Lado Sombrio das Vacinas”, de David Kupelian, mostrando o que os médicos jamais dizem para você.
“Cuidado com as Intimidações das Vacinas”, de Michelle Malkin, que diz: “De que adianta leis que requerem que as pessoas sejam informadas e dêem consentimento? Na questão das vacinas, ninguém recebe informações e todos são obrigados”.
“As Vacinas Causam Câncer?” A reportagem surpreendente, mas indiscutível, de como entre 10 e 30 milhões de americanos receberam injeções de pólio contaminadas por um vírus de macaco ligado a vários cânceres.
“Terroristas Médicos à sua Porta”, de Barbara Simpson, que mostra como a mania de vacinar de hoje está injetando em crianças saudáveis dezenas de antígenos estranhos, sem que seus pais sejam devidamente informados sobre as injeções.
“Recém-Nascidos que são Vacinados Contra a Vontade de seus Pais”, de Diana Lynne, que documenta o pesadelo orwelliano de um casal jovem quando policiais armados forçaram a vacinação de seu bebê contra uma doença sexualmente transmissível.
“Os Civis Correm o Risco de Serem Obrigados a Receber Injeções de Antraz”, de Bob Unruh, revela provas confiáveis ligando as controvertidas injeções à Síndrome da Guerra do Golfo, e citando um especialista que adverte que os civis poderão ser obrigados a receber as 10 milhões de doses “emergenciais” do governo.
“Novo Estudo Liga o Mercúrio ao Autismo”, documentando como a incidência do autismo caiu dramaticamente depois que um controvertido conservante à base de mercúrio foi removido da maioria das vacinas.
“O Conflito de Interesses do Governo Federal na Questão das Vacinas”, de Jon Dougherty, mostra a história das ligações “incestuosas” entre as indústrias farmacêuticas e o governo federal.
“Instituição Médica se Opõe a Todas as Vacinas”: A Associação de Médicos e Cirurgiões Americanos, de 4 mil membros e fundada em 1943, vem pedindo uma moratória nas políticas governamentais de forçar a vacinação em todos os americanos, advertindo: “Nossos filhos enfrentam a possibilidade de morte ou graves efeitos colaterais de longo prazo”.
“As Vacinações e o Direito de Recusar”, da Dra. Sherri Tenpenny, que diz que os pais, não o governo, devem ter a autoridade sobre as crianças.
“O Lado Sombrio das Vacinas”, de David Kupelian, mostrando o que os médicos jamais dizem para você.
“Cuidado com as Intimidações das Vacinas”, de Michelle Malkin, que diz: “De que adianta leis que requerem que as pessoas sejam informadas e dêem consentimento? Na questão das vacinas, ninguém recebe informações e todos são obrigados”.
“As Vacinas Causam Câncer?” A reportagem surpreendente, mas indiscutível, de como entre 10 e 30 milhões de americanos receberam injeções de pólio contaminadas por um vírus de macaco ligado a vários cânceres.
“Terroristas Médicos à sua Porta”, de Barbara Simpson, que mostra como a mania de vacinar de hoje está injetando em crianças saudáveis dezenas de antígenos estranhos, sem que seus pais sejam devidamente informados sobre as injeções.
“Recém-Nascidos que são Vacinados Contra a Vontade de seus Pais”, de Diana Lynne, que documenta o pesadelo orwelliano de um casal jovem quando policiais armados forçaram a vacinação de seu bebê contra uma doença sexualmente transmissível.
“Os Civis Correm o Risco de Serem Obrigados a Receber Injeções de Antraz”, de Bob Unruh, revela provas confiáveis ligando as controvertidas injeções à Síndrome da Guerra do Golfo, e citando um especialista que adverte que os civis poderão ser obrigados a receber as 10 milhões de doses “emergenciais” do governo.
“Novo Estudo Liga o Mercúrio ao Autismo”, documentando como a incidência do autismo caiu dramaticamente depois que um controvertido conservante à base de mercúrio foi removido da maioria das vacinas.
“O Conflito de Interesses do Governo Federal na Questão das Vacinas”, de Jon Dougherty, mostra a história das ligações “incestuosas” entre as indústrias farmacêuticas e o governo federal.
“Instituição Médica se Opõe a Todas as Vacinas”: A Associação de Médicos e Cirurgiões Americanos, de 4 mil membros e fundada em 1943, vem pedindo uma moratória nas políticas governamentais de forçar a vacinação em todos os americanos, advertindo: “Nossos filhos enfrentam a possibilidade de morte ou graves efeitos colaterais de longo prazo”.
“As Vacinações e o Direito de Recusar”, da Dra. Sherri Tenpenny, que diz que os pais, não o governo, devem ter a autoridade sobre as crianças.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
o pai que sou e o que tive

Meu pai casou tarde, pra época dele (31 anos, minha mãe 18). Sou o terceiro filho dos cinco que eles tiveram. Ele é de origem muito humilde: foi torneiro mecânico da Gessy Lever e mais velho, montou um negócio próprio, sem ser da área e com um sócio bem mais novo, bebum (meu padrinho) que depois de matar no trânsito duas crianças, acabou se convertendo aos Alcólicos Anônimos e a uma dessas igrejas libertadoras misturebas.
Quando ele completou 51 anos, resolveu separar em condições péssimas a sociedade, além de ter tido um câncer no estômago.
Na época, eu com 15 anos e minha irmã com 21, tivemos de tocar a empresa, sem a noção em saber se o pai voltaria.
Infelizmente a ocasião não me deu oportunidade de um estudo adequado, e nem vontade tamanha tinha em estudar, também.
Senti a adolescência interrompida, mas em compensação aprendi a dar valor a determinadas coisas que um jovem da minha geração nem imaginava.
Com 21 anos, "precisei" casar, mal terminando uma medíocre faculdade de economia. Tenho 3 filhos, e sei que não consegui dar boas condições de estudo a eles. Acabei segurando o fardo da antiga empresa familiar, enquanto outros irmãos seguiram seus caminhos. Hoje vejo que meus filhos nem se interessam por algo que tenho muito apego, e que faz parte da minha estória - a velha gráfica.
O velho morreu de enfizema, aos 72 anos.
Da referencia que tive dele, procurei ser com meus filhos um pouco mais participativo e democrático.
Tempo passou, sinto muita saudade dele, do jeito simples, da forma sincera e despojada ao tratar as pessoas, das nossas brigas, daquela protetora ditadura singela com a família. Não era perfeito, e hoje sei como foi difícil pras condições que teve, criar tanta gente - além de nós, ajudava muito os parentes próximos, sem distinção. Hoje os meus filhos pensam algo parecido do pai que eles têm, e sei que deixo uma marca grande na formação, como aliás meu pai deixou em mim. Muito mais gente teve muito mais dificuldades que ele, ou que eu aqui. Cada qual, sua estória.
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
largando as cachorras pra ficar com a Sara
Essa cachorra é muito legal - pena que tá velhinha já. Pensei em colocar um filhote pra ficar de compania minha aqui em casa, até um amigo ofereceu dessa ninhada, no sítio dele - mas é tudo cachorro grande.
A Sara me ama, só ela me olha desse jeito aí. E compará-la às outras "cachorras" que tive, é mesmo um exagero - desmereço demais minha viralatinha!
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